EXTENSÃO ÀS POLÍTICAS DE AUTENTICAÇÃO OpenID


O uso de smart cards



Actualmente, a sociedade portuguesa encontra-se em mudança, rumo ao futuro e ao uso das novas tecnologias. Com efeito, o projecto Cartão de Cidadão integrado na política de modernização da Administração pública do Programa do XVII Governo Constitucional é um dos principais catalisadores da estratégia de modernização, atendendo aos objectivos de simplificação, agregação, segurança e desmaterialização nele implícitos. Com esta medida os portugueses passam a usufruir de uma autenticação de identidade com novas funcionalidades, mas sobretudo digital, transportando Portugal para as novas premissas do século XXI. A profunda mudança de uma sociedade baseada em papel para uma sociedade multimédia e electrónica constitui um dos reflexos da chamada era digital. O impacto em Portugal foi intenso, mudando abruptamente os comportamentos dos portugueses. À medida que os serviços vão crescendo de número na Internet, e de forma perigosa, muitos indivíduos colocam em perigo as suas liberdades pessoais, expondo a sua privacidade, muitas vezes sem essa consciência. É, pois, neste âmbito, que surge a necessidade de criar uma simbiose entre este cartão e a gestão de identidades digitais, por forma a permitir uma autenticação segura no mundo virtual. Proporcionar a todos os portugueses a possibilidade de navegarem e usufruirem de serviços na Internet de uma forma segura, fácil e ao alcance de qualquer um, através do cartão do cidadão conjuntamente com uma identidade digital OpenID – esta é a nossa motivação. Desenvolver um mecanismo seguro de autenticação para todos, por forma a transportar Portugal rumo a um futuro melhor!



Sobre a orientação do projecto


Apresentação do Departamento de Ciência de Computadores da Fac. de Ciências da Universidade do Porto: ApresentacaoDcc

Apresentação do Orientador e co-Orientador: ApresentacaoOrientadores

Apresentação dos Alunos: ApresentacaoAlunos



Sobre os projectos


OpenID é um protocolo descentralizado e simples para single sign-on e identidades digitais, responsável por uma profunda mudança no mundo da Internet. É, pois, um serviço de identidades que permite aos utilizadores da Internet efectuarem o login em diferentes sites usando uma única identidade digital. Portanto, eliminando a necessidade de criar diferentes nomes de utilizador e passwords para cada site, criando-se apenas uma OpenID. Ao usar sites que permitem identificação com OpenID, os utilizadores apenas precisam de se registar junto do provedor de identidades OpenID. Como é descentralizado, qualquer site pode usar OpenID como forma de sign in. Podendo escolher o provedor de identidades que melhor se adequa a si, o utilizador pode ter confiança no serviço, mesmo mudando de provedor. Actualmente, mais de 8,000 Sites aceitam OpenID e a tendência é a de continuar a aumentar. Empresas de renome mundial, como a VeriSign, Google, Sun Microsystems, Blogger e AOL adoptaram ou anunciaram suporte para OpenID. Com efeito, sendo a OpenID uma forma de identidade digital user-centric em evolução e crescimento, é, portanto, ideal para criar uma simbiose com uma outra forma de autenticação e identificação a ser usada na Internet, como por exemplo um smart card.

Actualmente, assistimos em Portugal ao aparecimento de um smart card de características especiais: o cartão do cidadão, despoletador de significativas transformações na administração pública. No entanto, tal investimento apoiado numa promoção e divulgação pública tão intensa como a que tem sido feita pelo Governo, não se fundamenta unicamente na redução do número de cartões de que um cidadão necessita para interagir com os diferentes organismos do Estado. Pelo contrário, a decisão de implementação do Cartão do Cidadão cria uma oportunidade praticamente ímpar para rever toda a arquitectura da informação, dos processos e das aplicações da administração pública, aos níveis central e local. A análise e a mudança das macro-estruturas organizacionais da administração pública central em curso são obviamente passos importantes, faltando actuar decididamente sobre a arquitectura das dimensões que sobreviverão a todas as alterações de estruturas organizacionais, nomeadamente: a informação e os processos.


Projecto 1 - servidor: ApresentacaoServidor

Projecto 2 - cliente: ApresentacaoCliente


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